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Mostrando postagens com o rótulo fragmentos de um só

onde é mesmo a saida?

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Tem sempre alguém Esperando algo da gente Pais, amigos, filhos A sociedade em geral E se todos apresentassem A mim o seu algo Não seria mais racional? Sou tão somente um só! Como poderia suprir toda Esta expectativa infinita? Morro de amores Por um amor Que há muito já morreu Morreu por esperar Algo de mim O que vieram fazer todos Vocês aqui hoje? Vieram assistir meu ser Se fragmentado lentamente Aos poucos Fragmentos de um só Um só que ficou devendo Algo ao mundo e Talvez a mim próprio. Devendo um breve segundo Aquele em que hesitei em Dar as costas a todos E sair da vida Pela porta dos fundos.

chuva

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Chuva de lagrimas e dores. Chuva de magoas e prantos. Chuva de sons e ritmos, O ritmo marca, o descompasso De nossos sonhos. O som embala, Nossos dias de pranto sem fim. Cada gota da goteira, É uma magoa a existir. Poças d'agua são as dores, Nossas todas expostas. Porem o que molha E inunda minha alma, São as lagrimas, Com seu gosto salgado. De uma promessa, que este Sofrimento um dia terá fim. Até lá, o que será de mim? Tristes dias de chuva sem fim.

o ser só, só sendo o ser.

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Estar junto e estar só O só comigo, estando contigo. É na solidão onde e encontro, Só assim me vejo por inteiro. Tendo o inteiro, podendo fragmentar Fragmentando o ser , a ser colado depois. Colado na ordem inversa, Do que realmente sou. Estar só e ao mesmo tempo Junto a mim. O inteiro do avesso, na ordem inversa Do fragmento em mim.