entre nobres e sem sorte



Vago entre mundos.

Entre nobres e sem sorte.

Onde a flor, enfeita a morte.

Onde o choro, serve de coro.

Onde a vela, ilumina a capela.

Onde tantos, lembrarão de mim.


Vago entre mundos,

Onde todos iguais, alheios.

Aguardam a hora da morte.

Com ou sem ansiedade!

Talvez ai esteja o fim da

Busca eterna pela felicidade.





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